sexta-feira, 17 de abril de 2020

Casas grávidas


Niki de Saint Phalle, 1966


As casas estão grávidas
Guardam gente dentro de seus cômodos
                                                     Gente que quer sair,
                                        que já conhecia o "lá fora"

Elas são um lugar pra esperar 
Esperar
Esperar

No mundo inteiro as casas estão grávidas grávidas estão grávidas no mundo inteiro elas estão grávidas

segunda-feira, 16 de março de 2020

Beijos e abraços antes do Corona vírus



Poucos dias antes de entrarmos nessa verdadeira loucura de enfrentamento do Corona vírus, nesse confinamento em que estamos (sabe-se lá até quando ...), aconteceu o lançamento de Histórias de aleitamento em tirinhas no pilotis da PUC-Rio.

Foi muito interessante perceber o quanto o tema chamava a atenção de quem passava por ali, pessoas variadas que tinham netos, filhos recém-nascidos, conhecidos prestes a se tornar pais. E muitos de meus convidados marcaram presença, trazendo a alegria do encontro e o interesse pelo projeto.

Dos 70 exemplares, foram vendidos 52 naquela tarde (!), e o livro segue disponível na Livraria Carga Nobre (PUC-Rio) e no site da Editora Timo.

Coloco a seguir alguns dos registros que fizemos. As carinhas estampam todo o carinho envolvido em contar e em visualizar tirinhas sobre um assunto tão importante.


Mônica Herz e João Struchiner, ela do IRI e ele amigo desde a ESDI

Wanda, da Livraria Carga Nobre

Luiza Novaes e Jackeline Farbiarz, do Departamento de Artes e Design

Sônia Kramer, do Departamento de Educação

Vitor Valadão, aluno

Maria de Lourdes Sette, que traduz o texto do livro para o inglês

Hélio Bueno, desde a Arte do Jornalismo da TV Globo

Sara Kislanov, do Departamento de Psicologia

Luiza e Malu, alunas

Uma pessoa interessada

Adélia Jeveaux, minha filha

Fadel e Rosângela, da Fiocruz

Vera Bernardes, da ESDI, da PUC

Foi muito, muito legal!
Tudo de bom e fiquem em casa, tá?

sexta-feira, 6 de março de 2020

Lançamento do livro Histórias de Aleitamento em Tirinhas no Rio de Janeiro!




É com muita alegria que anuncio a vocês o lançamento do meu livro de tirinhas aqui no Rio, na PUC.
Ele é uma versão sintetizada dos assuntos que tratei na tese - fundamentos desse blog- e que estão publicados no livro Amamentação e o desdesign da mamadeira.

Talvez o evento possa possibilitar o encontro com alguns de vocês, leitores do blog. Para mim seria um imenso prazer conhecê-los pessoalmente!

Abaixo, a apresentação do livro. Até lá!



Histórias de aleitamento em tirinhas é um desdobramento da pesquisa de doutorado O desdesign da mamadeira, defendida por Cristine Nogueira Nunes em 2010, na PUC-Rio.

Procurando ampliar o raio de disseminação das informações levantadas, a autora se dedicou a conceder visualidade a alguns dos aspectos mais relevantes desse sempre atual e importante assunto: a segurança alimentar dos bebês.

Seis histórias são precedidas por textos de reconhecidos especialistas que acompanharam a produção do conteúdo. Assim, a história da alimentação artificial de bebês, os problemas da mamadeira, a argumentação em defesa do copo como meio alternativo à amamentação, as histórias da Metodologia Mãe Canguru e do pioneiro grupo Amigas do Peito compõem a publicação, encerrada por um depoimento de mãe sobre sua história particular.

O livro foi lançado durante o XV Encontro Nacional de Aleitamento Materno/II Conferência Mundial de Aleitamento Materno, no Rio de Janeiro, em novembro de 2019, e está em sua segunda tiragem.

Histórias de aleitamento em tirinhas
Cristine Nogueira Nunes
Editora Timo, São Paulo
36 páginas
R$ 20,00

sábado, 22 de fevereiro de 2020

De como as coisas acontecem



Em 2007 eu pedi a uma amiga de meu marido - médica do Instituto Fernandes Figueira, que conseguisse uma oportunidade para que eu pudesse entrar lá e mostrar para alguém alguns trabalhos desenvolvidos por meus alunos, vinculados a UTI neonatal e a amamentação. Ela conseguiu, e levei comigo uma querida aluna de cabelo azul. Fomos recebidas pelo diretor do Banco de Leite à época, João Aprígio Guerra de Almeida, que viu os trabalhos com muito interesse, dizendo do quanto era importante agregar cada vez mais pessoas à proteção, incentivo e apoio à amamentação, assim como que nos convocando, sabe?

Na época eu cursava meu doutorado em Design na PUC-Rio e desenvolvia uma pesquisa voltada para os Direitos Humanos, mas ainda sem recorte delimitado. Estava ali no IFF só porque sempre achei um desperdício bons trabalhos de alunos de Design não virarem "de verdade".

Achávamos que o encontro se encerraria com aquela conversa, mas ele fez questão de nos apresentar a seu colega, o pesquisador Franz Novak, no laboratório. Mais novidades, mais daquele clima de convocação até que ele me perguntou: _Já que é designer, você sabe que as mamadeiras fazem mal?

Eu não sabia. Ele me explicou. Me emprestou o livro de João Aprígio, Amamentação, um híbrido natureza-cultura e a tradução do relatório The baby killer, de Mike Muller. Daí nos levou pra outra sala, pra conhecer Sandra Pereira, responsável pela comunicação da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, que naqueles tempos passava a ser Ibero-Americana (os dois, João e Franz, ficavam viajando pra muitos países para multiplicar a experiência brasileira). Sandra anotou meu endereço de e-mail e depois me deu livre acesso ao rico banco de imagens que eles acumulavam.

Caramba ... eu tinha ido lá pra mostrar os projetos dos alunos ... mas esse lance de eu ser designer e nunca ter parado pra pensar que a mamadeira pudesse fazer mal me abalou muito. Amamentei minha filha, mas lá pelas tantas a migração pra mamadeira foi feita sem questionamento algum...

Na PUC. Rafael Cardoso era meu professor na disciplina História do design brasileiro, do doutorado. Chegando ao fim do semestre, fui percebendo que eu só queria saber de ler os livros que Franz havia me emprestado, deixando outros conteúdos da tese de lado. Até que um dia Rafael me deu um ultimatum: afinal qual seria o tema de meu trabalho para a sua disciplina?

Eu me deixei levar pelas evidências e mergulhei na análise da campanha do Ministério da Saúde Madrinhas da Amamentação, nadando naquele monte de imagens que Sandra havia me enviado, movida pela indignação com o estado das coisas referentes ao tema.

Eu estava irreversivelmente contagiada. E foi assim que entendi que meu trabalho sobre os Direitos Humanos e o envolvimento estrutural do Design com as políticas econômicas tinham, na mamadeira, um objeto-símbolo.

Escrevo tudo isso para dizer que João Aprígio recentemente ganhou um prêmio incrível pelo seu trabalho. Seu e de toda a sua equipe, como ele insiste em frisar. Ele ganhou o prêmio Dr. Lee Jong-wook de Saúde Pública de 2020, conferido pela Organização Mundial de Saúde, por seu trabalho na promoção do aleitamento materno no Brasil e no mundo. E sabe aquela rede ibero-americana de bancos de leite que eu citei? Ela se tornou Rede Global de Bancos de Leite Humano!

Mas contei toda essa história, coroada pela participação dele em minha banca de doutorado, porque acho que ela revela um pouco do jeito que um trabalho dessa monta precisa ser pra prosseguir, crescer, se disseminar. João Aprígio parece não desprezar nenhuma oportunidade de agregar pessoas e interesses para essa grande causa, com atenção, delicadeza, seriedade e paixão pelo que faz.

Eu fui literalmente abduzida e agradeço pelo sentido que tudo isso deu à minha vida.










segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Coisas da vida ... (!?)




Essa pequena crônica está no livro Mulheres, do já falecido escritor uruguaio Eduardo Galeano, autor de As veias abertas da América Latina. e de tantos outros mais. Ela me foi enviada em setembro de 2019 por uma grande amiga, mas apenas agora encontro chance de fazer o post que o texto me inspirou.

Parece haver um protocolo, amplamente aceito, que legitima ações, escolhas e palavras para que possamos seguir vivendo com algum equilíbrio e segurança, mesmo que isso signifique ser falso. É uma espécie de "melhor não comentar", "deixar quieto", "seguir na onda".

Lembro-me de um casal amigo que perdeu gêmeos nos primeiros meses de gestação, num processo muito difícil, acompanhado de perto por suas famílias. Alguns poucos meses depois os encontrei, perguntando-lhes sobre como estavam se sentindo com a grave perda. E me surpreendi ao responderem que ninguém havia lhes perguntado isso antes: o silêncio das pessoas vigorou.

Um outro caso de que me recordo foi quando tomei uma iniciativa ousada em defesa de pessoas com quem convivo de perto. A ação teve efeito, mas ricocheteou com muita força sobre mim, embora tenha provocado resultado. Só me apercebi claramente do profundo silêncio daqueles mais próximos quando alguém que conheço muito pouco me perguntou: _Como você está depois de tudo o que houve?

As mães recém-paridas de Chengdu fazem o que fazem para alcançar uma melhor condição financeira, pois "Todas dizem que fazem o que fazem por eles [seus bebês], para poder pagar a eles uma boa educação". Anos atrás eu soube de uma norte-americana que vendeu o espaço da sua testa para que uma empresa ali tatuasse seu endereço eletrônico, e o argumento dessa mãe ao defender a venda desse espaço foi, igualmente, ter condições de dar ao filho uma boa educação.

Parecemos "cegos em meio ao tiroteio" ... tantas vezes nos calando e nos retirando "à francesa" das situações que nos convocam ou sendo levados por correntezas de comportamentos, sem iniciativa ou chance de questionar.

Me faz lembrar também do filme Histórias cruzadas, que documenta o papel das empregadas negras norte-americanas na criação dos filhos das famílias brancas. Ali contava uma terrível herança cultural que penso não ter sido até hoje dissipada e prosseguir sendo reproduzida em muitos países, inclusive aqui no Brasil.

É essencial que a gente recupere o tino, a sensatez.

. . . . . . .

Pra falar que a vida prega surpresas na gente, boas e ruins, conto que só agora me vejo em condições práticas para retomar o ritmo normal aqui no blog. O fato é que precisei mudar de casa depois que o apartamento abaixo do meu pegou fogo em setembro.

Felizmente ninguém se feriu, mas os vizinhos do andar de baixo tiveram tudo queimado. E nossa casa foi tomada por fuligem. Lavamos tudo, TUDO que havia dentro dela e ficamos aguardando que a suite - cômodo gravemente afetado - fosse reformada pelo seguro (do condomínio, pois a alugávamos). Um misto de burocracia com uma talvez falta de grana dos proprietários em nos tirar do acampamento que tivemos que montar, com móveis amontoados e muitas coisas acumuladas sobre as mesas e cantos nos convenceu lá pelas tantas que a iniciativa para melhorar o cenário teria que ser nossa mesmo. Então nos mudamos e agora só falta instalar as cortinas.

Diante desse turbilhão de desastres no mundo, fica até ridículo eu me queixar do que houve, mas ainda assim afirmo que foi um grande transtorno.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

E aí, desenhei ...


De tanto falar na importância da amamentação, nos problemas da mamadeira e na história dessa importante luta em prol da saúde das crianças - conduzida por uma infinidade de pesquisadores e ativistas por todo o mundo, imaginei ser interessante arriscar uma mudança de linguagem.

Admiradora das narrativas em quadrinhos - principalmente daquelas que abordam sérias questões em reportagens visuais, como as realizadas por Joe Sacco e Art Spiegelman - e também das incríveis tirinhas de André Dahmer (meu querido ex-aluno) no jornal O Globo, resolvi me dedicar à tarefa de trazer visualidade e síntese ao meu discurso.

Com a primeira história realizada, procurei por Ana Basaglia, uma amiga-ativista-designer-paulista que conheci no Encontro Nacional de Aleitamento Materno (ENAM/Santos, há já bons anos), propondo a ideia como livro de quadrinhos para a sua Editora Timo. E eis que desenvolvemos juntas o projeto da publicação durante os últimos três anos. Sei que parece muito tempo, mas fizemos todas as pausas que a vida exigiu, encaramos as (minhas) limitações técnicas, e entre facetimes, telefonemas e uma reunião presencial nosso livro "nasceu" em novembro e foi lançado durante o XV ENAM, aqui no Rio de Janeiro.

São seis historinhas que falam sobre o surgimento da alimentação artificial de bebês, explicam alguns problemas provocados pelo uso de mamadeira, incentivam o uso do copinho como alternativa, contam como foi criada a Metodologia Mãe Canguru e também o grupo de ativistas Amigas do Peito, e ainda um conto feliz de amamentação. Cada uma delas é antecedida por textos de grandes feras na área, que acompanharam todo o processo recomendando ajustes e acréscimos que fiz com muita alegria. É um conteúdo certificado!!!!!

A primeira tiragem esgotou durante o evento, mas logo teremos outra que será disponibilizada no site da Editora Timo. Estamos também planejando alguns lançamentos.


Em um ano que foi tão difícil, é um grande alento ter conseguido gerar um produto sério que, espero, contribua para que essas informações tão importantes cheguem a cada vez mais pessoas.

PS: o texto está sendo traduzido para o inglês e pretendemos também que seja vertido para o espanhol.



terça-feira, 5 de novembro de 2019

Contando sobre o projeto de Identidade Visual para um grande evento




Será na próxima semana o Encontro Nacional de Aleitamento Materno e da Alimentação Complementar Saudável, que nesta edição assumirá a dimensão internacional aqui, no Rio de Janeiro.

Foram cerca de dois anos de preparação e tenho o prazer de ter, desde o comecinho, pensado em como seria a identidade visual do evento, tornando-me autora das ilustrações principais e de alguns dos cenários.

Considero importante que o processo de criação do design seja divulgado para que haja o entendimento das pessoas de que há um motivo para a presença de cada elemento, e que a capacidade de comunicação e a unidade visual são alcançadas graças a muitas ideias, testes, discussões e colaborações.

Daí conto a história:


O PROCESSO

Naturalmente, a primeira ideia que surgiu para a identidade foi a de representar mães e bebês no calçadão de Copacabana: é prática corrente grupos de mães se encontrarem para amamentar juntas ou para protestar contra coibições de amamentação em espaços públicos e, além disso, tornou-se praxe o evento Mil Mães Amamentando na abertura de todas as edições do ENAM.



Mas um cenário assim idílico mostrou não ser suficiente para traduzir o intenso e apaixonado trabalho das pessoas envolvidas na defesa dos temas do Encontro, aquelas pessoas que atuam diariamente por essas grandes causas e que mereciam poder se reconhecer na identidade visual.

Então uma pesquisa em peças gráficas produzidas por organizações internacionais dedicadas ao zelo pelos direitos humanos e questões ambientais revelou que a linguagem icônica (desenhos estilizados, muito comuns na troca contemporânea de mensagens) vem conseguindo dar visualidade à grande diversidade de atores envolvidos nas causas por elas defendidas. E, mais precisamente o cartaz abaixo, da Anistia Internacional, em defesa dos Direitos das Mulheres, trouxe a segurança de que esse caminho poderia ser realmente promissor.



Reparem que o simples contorno da Matrioska permitiu, com a variação dos elementos do desenho em cada uma, retratar uma grande diversidade de culturas e diferentes modos dessas mulheres serem e atuarem no mundo. Além disso, vale ressaltar que tudo se realiza em apenas duas cores -o amarelo e o preto- não deixando a dever em termos de legibilidade e nem de beleza.


Chegava, pois, a hora de iniciar os desenhos dos atores e agentes da amamentação e da alimentação complementar saudável sob a inspiração da linguagem dos ícones. Muitos personagens foram realizados, procurando-se uma unidade no traço, como se todos pertencessem a uma mesma "família".


Valeria também prestar atenção às cores empregadas no diagrama da ONU que elenca os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Variadas e alegres, elas concedem personalidade aos 17 Objetivos que, em sua maioria, estão estreitamente vinculados aos resultados que a amamentação e a alimentação complementar saudável proporcionam à humanidade e ao meio ambiente. 


Essa coerente relação entre as cores dos Objetivos e tais frutos seguramente guiou o símbolo da WABA para a Semana Mundial de Aleitamento Materno de 2018. Seria bem bacana a exploração de tal comunhão cromática em nosso projeto.


Movida por tais princípios, a proposta foi levada às reuniões mensais da equipe organizadora do evento, que expressou a necessidade de enriquecimento desse conceito geral com informações gráficas representativas do Rio de Janeiro - uma cidade de grandes contrastes, diversidade social, cultural e étnica - a fim de congregar o o máximo possível os elementos capazes de traduzir os valores do Encontro, nesta edição enriquecido pelo cunho internacional.


O DESENVOLVIMENTO

A partir dessa etapa do trabalho, foi iniciada a parceria com a equipe da Multimeios-ICICT-Fiocruz. Ela deu solução à questão, fazendo a soma entre os elementos até então gerados: os ícones foram ambientados em cenários de nossa cidade, gerando composições diferentes, mas dotadas de unidade visual.

Aqueles ingredientes iniciais (os ícones, as cores, a necessidade de representação da cidade fiel à nossa realidade e os valores do Encontro), foram bela e eficazmente somados num projeto de design que acolheu as imagens antes geradas em cenários que concedem profundidade aos desenhos.







A barra colorida fornece a logística gráfica que permite jogos e variações de imagens, sem comprometer a unidade da identidade visual.

Tipograficamente falando, o destaque às abreviaturas à esquerda e o tema do evento de 2019 à direita compõem, nessas versões horizontais, ambientes amplos que estruturam o todo da informação.


A IMAGEM PRINCIPAL

Desde o início dos trabalhos, havíamos percebido que o desenho das duas mães e seus filhos guardava estreita analogia com o símbolo da IBFAN. Essa coincidência contribuiu também para a escolha deste desenho como ícone principal da identidade visual.





A equipe do Multimeios operou mudanças no traçado inicial dese ícone, conforme as orientações dadas em reunião pelo grupo organizador do evento (a mãe da direita deve estar de frente para que o bebê apareça mamando; a mãe da esquerda deve estar com uma criança maior para representar a alimentação complementar saudável; deve haver elementos que caracterizem diversidade étnica entre as personagens), e depois o traço de todas as ilustrações foi padronizado e vetorizado.

"O cenário escolhido para a imagem principal foi o Cristo Redentor. Além de ser o passeio turístico mais antigo do país, em 2007 ele foi eleito informalmente como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Em 2012, a UNESCO o considerou como parte da paisagem do Rios de Janeiro, includo na lista de Patrimônios da Humanidade. O azul foi escolhido como cor principal em referência à cidade sede do Encontro. Além de estar presente na bandeira do Estado do Rio de Janeiro, esta cor representa o mar e também o céu da cidade, conhecido como um dos mais azuis do planeta" (texto oficial sobre a identidade visual, disponível em www.enam.org.br)


FICHA TÉCNICA

Identidade visual e ilustrações

Cristine Nogueira Nunes | PUC-Rio | Comissão de Comunicação
Thays Coutinho Gonçalves Buchara Martins | Multimeios | Icict | Fiocruz
Venicio da Costa Ribeiro Junior | Multimeios | Icict | Fiocruz


Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar - IBFAN BRASIL Rua Barão de Itapetininga 88, sala 500 - CEP 01042-903 - São Paulo - SP email: ibfanbrasil@gmail.com.br. Tel: 21 98738 5024 - 11 99903 3801

Marina Rea
Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar | IBFAN Brasil

Fernanda Mainier Hack | Põe no Rótulo | Alergia Alimentar Brasil
Coordenadora da Comissão de Comunicação em 2019

Ana Paula Freire | INTO | Ministério da Saúde
Coordenadora da Comissão de Comunicação em 2018



Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde - Icict Av. Brasil, 4.365 - Pavilhão Haity Moussatché - Manguinhos - CEP 21040-900 Rio de Janeiro - RJ

Rodrigo Murtinho
Diretor do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde - Icict | Fiocruz 

Tânia Santos
Vice-diretora de Informação e Comunicação | Icict | Fiocruz 

Patrícia Ferreira
Coordenadora do Multimeios | Icict | Fiocruz 

Venicio Ribeiro
Coordenador da Programação Visual | Icict | Fiocruz