domingo, 11 de dezembro de 2016

ENAM 2016, guardado na memória :o)



Agora arrumo tempo pra contar sobre o quanto foi bacana o ENAM 2016 - Encontro Nacional de Aleitamento Materno, em Florianópolis, e pra começar, mostro pra vocês minha tão especial aquisição: de prata, uma delicadeza, comprado no stand da Matrice :o)





A abertura foi o máximo, com direito a coro de crianças cantando o Hino Nacional e o Hino de Florianópolis, coisa muito poética. Depois das falas das autoridades presentes, teve dança finalizada por uma bailarina que trouxe o bebê ao palco e ali tentou amamentá-lo. A criança estava distraída com as luzes e movimentos, não mamou, mas extraiu suspiros de toda a assistência. Curti tudo ao lado de Maria Cristina Passos, de Ouro Preto.

A assistência? Mil e quinhentas pessoas, todo o país representado e eu pensei: caramba, aqui todo mundo sabe o mal que a mamadeira faz! Eu estava na minha praia, definitivamente ahahah.

A conferência de abertura foi do pediatra espanhol Carlos Gonzalez. E que conferência!... falou sobre o seu livro "Besame mucho" e da importância da proximidade dos pais, do quanto a criança depende deles. E chorei algumas vezes, porque a gente se vê mal quando os pais morrem, como os meus morreram recentemente, mesmo que já tenhamos quase 60 anos.

E trocamos autógrafos em nossos livros. O dele eu levei de casa, pois já o tinha; o meu, dei a ele de presente. Aliás, vendi todos os livros que levei!



Vale dizer que no dia anterior, essa turma da IBFAN trabalhou a valer, zelando por nossas crianças - coisa que aliás é o que essa gente toda do ENAM faz. Em primeiro plano, Aline Sudo (RJ) e Marcela Calif Simas (SP).







Daí veio a nossa roda de conversa "Promoção do aleitamento materno", com Cléia Barbosa (MG) e Dra. Keiko (SP) mediando e Erica Witte (SP) , eu e Marcus Renato apresentando nossas visões. Falei da"Mamadeira: uma imagem cultural a ser desconstruída", e no final recebi um abraço da Dra. Keiko tão emocionado que fui ao céu. Porque receber abraço assim de quem sempre foi referência pra gente, só mesmo pirando.






E fomos pro almoço de van. Era bastante gente e a maioria pediu água. E veio água da Nestlé! Não teve um que não reclamasse... soube de gente que arrancou o rótulo pra beber, já que não tinha água de outra marca. Ah, toda vez que rejeito produtos da Nestlé as pessoas me olham de um jeito estranho e tenho que sair explicando. Dessa vez não foi preciso dizer um "ai".






E altos papos, altos encontros, com gente já tão querida (Ana Basaglia, Roberto Issler, Margareth Wekid, pessoas virtuais que se presentificaram (Orandina Machado) e laços fortes com quem a gente só conhecia de vista (Maria Lúcia Futuro).







Sim, esse papo estranho que eu vivo repetindo sempre que me dão chance é um trinado leve de uma canção entoada há muitos anos, por muita gente de muito valor, que luta pelo que de mais valioso se pode lutar: a vida.

Meu agradecimento a Marina Rea e a Rosana de Divitiis :o)










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